quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Sou, sou, sou uma princesa*

No sábado foi a festa de fim de ano da escola da Maria Rita.
Vim com o coração cheio. A transbordar. O peso que carreguei nas costas durante meses parece que se desfez e se transformou em sorrisos.
É nestas alturas que dou valor ao trabalho de educadores/professores/auxiliares. Caramba, que anjos caídos do céu transformam os nossos filhos em pessoas tão felizes. Com tanto....

Bem, fui falando por aqui como foi o regresso da Maria Rita à creche em Setembro. E eu carreguei esse peso comigo. O meu corpo a pedir paz, e um sentimento de impotência, não podia continuar 24h/por dia com ela agarrada a mim.
Apesar da minha guerreira ainda estar na luta contra o bicho mau, está a evoluir favoravelmente, era tempo de voarmos, as duas.

Acho que foi a primeira festa em que a Maria Rita participou. E ao contrário do João que chorava baba e ranho e ficava sempre muito inibido, ela dançou, cantou e encantou.
Na sua voz de menina doce, repetia "sou uma pincexa" e os meus olhos encheram-se de um mar salgado.

Eu que nunca fui princesa e que um dia desejei que a minha filha nunca o fosse, derreti ao vê-la feita "pincexa".

Sim, meu amor, és uma princesa. Mereces ser uma princesa, agora e sempre.

* Obrigada, de coração, às meninas que encheram a minha princesa de purpurinas, que a fizeram caminhar confiante e radiante e revelar a sua luz. Estas crianças são o vosso espelho, repetem os vossos sorrisos, abraços e beijinhos. Obrigada. Sempre.

sábado, 29 de julho de 2017

Ai José.... José

Enquanto preparo o post sobre a festa de final de ano da minha princesa, sai uma carta para a troca.

Quando fiz 20 anos recebi de prenda de aniversário o livro mais giro de todo o sempre. É tão giro que nem sei onde ele anda. Bem, era de banda desenhada muito marota, contava a história do "santo Antoninho sem braços" e esta frase ficou-me marcada para sempre:
" É bom ser-se duro.
E é duro ser-se bom"

O meu terceiro coelhinho é igual!!!

Este rapaz promete....

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Quando eu morrer

Para os meus filhos

Quando eu morrer quero que se abracem e entrelacem as mãos. Podem chorar, faz bem à alma.
Quando eu morrer quero que se lembrem de mim como um perfume, sempre presente.
Quando eu morrer quero que libertem os pássaros e abram as janelas para deixar o vento entrar.
Quando eu morrer quero que cozinhem uns para os outros. Que contem piadas sobre mim à mesa de Natal ou ao telefone.
Quando eu morrer quero que se juntem, ainda mais, que façam pactos de amor e amizade eterna.
Quando eu morrer quero que fiquem com o meu sorriso gravado nas vossas memórias, quero que suspirem de alívio por me terem conhecido.
Quando eu morrer quero ser o elo invisível que vos une, que vos aconchega de noite, que vos abraça nos momentos bons e nos maus.
Quando eu morrer quero que sintam a liberdade dos sinos que tocam, da brisa nas manhãs de primavera e das frésias a florir .
Quero ser o bálsamo nas dores e aflições, quero ser a taça que erguem felizes nos momentos de glória, quero ser o cobertor que aquece quando o frio entranha na alma, quero ser o sabor doce da sobremesa depois do jantar.

Que as minhas dores sejam sempre a vossa libertação e que possa reunir em mim aquilo que não quero para vocês.

Com amor.
Mãe

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Reconstruir[me]

Em Janeiro fui mãe, do meu terceiro filho. Passaram 6 meses.

No dia 9 de Janeiro , saiu de dentro de mim um bebé, uma placenta, líquido amniótico e a certeza que me queria reconstruir.

Não sabia o tempo que ia demorar, mas sabia que iria fazer os possíveis para me reencontrar, para encontrar os cacos que fui deixando estilhaçar e não colei.

Percebi, espero que atempadamente, que só tenho esta vida. E só me tenho a mim.
Não sei se é o momento ideal, porque me sinto a viver para os frutos, sem ter tempo para hidratar a raiz e tudo aquilo que me deveria alimentar a mim, essencialmente.

Quero ter saúde. Quero ter tempo. Quero ter-me como o mais importante no mundo. Assim, um egoísmo desmedido como nunca soube ter.

Vivi demasiado tempo para os outros e pelos outros. Essa vida ficou, lá trás. Porque o pagamento foi feito com golpes e dores.

Não adianta culpar a vida. A vida é o que nós queremos dela, mesmo perante as dificuldades, as pedras e as desgraças.

Reconstruir [ME] é a palavra certa.

Desde Janeiro perdi 20 kgs. Ganhei saúde e energia para cuidar dos meus filhos e de mim. Já só faltam 10 para o meu objectivo final.

Tenho, neste momento, o peso que tinha há uns 7 anos atrás, antes de engravidar do João. 

Quero o corpo dos 20, com as cicatrizes dos quase 40. Quero a energia dos 20 com a sabedoria e as histórias que os quase 40 me permitiram construir e viver.

Não pretendo ser vazia e fútil. Não pretendo um corpo sem marcas e sem memória. Quero ser feliz, reencontrar-me e sentir energia para viver feliz.

Assim. Sem pressa. Com o tempo necessário para o corpo se habituar às rotinas. Lentamente, apertando um botão de cada vez, saltando mais um furo no cinto que me segura a vida.

Quero tê-los aos 3 no meu colo e sorrir. Sorrir muito. Quero que eles possam olhar para mim amanhã e sentir que a mãe é a mulher segura que os ajudou a crescer, livres e pessoas incríveis.

Já falta pouco. Por mim.

[Adoro a minha fotografia de fundo do telemóvel. Grata todos os dias....por isto!]

domingo, 16 de julho de 2017

Estrelas cadentes

Tenho saudades de dançar à chuva, na rua.
Tenho saudades de beber caipirinhas em noites de lua cheia.
Tenho saudades de mergulhos no mar e sentir o sal secar no corpo enquanto repouso em dunas rebeldes.
Tenho saudades de adormecer enquanto devoro um livro.
Tenho saudades de me deitar ao relento a ver estrelas cadentes.
Tenho saudades de ouvir o silêncio, de respirar o vazio, de ter páginas em branco e uma vontade incrível de as desenhar.
Tenho saudades de olhar nos teus olhos e acreditar.
Tenho saudades de sentir o coração a rebentar e uma adrenalina louca de viver os dias.
Tenho saudades da paz do oceano. Do som das ondas a bater no casco de um barco, de madrugadas de nevoeiro em que um casaco me chegava para aconchegar a alma.
Tenho saudades de churrascos demorados.
Tenho saudades de não ter horários, das rotinas se misturarem com uma somersby e uns pistácios.
Tenho saudades de beijos salgados, entre mergulhos, viagens de bicicleta e as músicas de sempre a tocar em looping.
Tenho saudades de abraços que me envolvem, como seguros de vida em que acreditamos que nunca estaremos em perigo.
Tenho saudades de ver filmes enrolada no sofá.
Tenho saudades de bolo de bolacha com o sabor forte do café e o creme de manteiga no ponto certo.
Tenho saudades de lamber os dedos depois de comer espetadas de camarão.
Tenho saudades de acordar a meio da noite com saudades, com mensagens e abraços perfeitos.
Tenho saudades de olhar para o telefone enquanto espero por ti.
Tenho saudades de ler um livro numa esplanada com um sumo de laranja acabado de fazer.
Tenho saudades de mousse de maracujá  em baldes.
Tenho saudades de fazer palavras cruzadas, como o meu avô fazia religiosamente no jornal.
Tenho saudades de cubos de gelo a derreter no meu corpo.
Tenho saudades da areia branca e do mar das Caraíbas. De mergulhos na piscina em dias de tempestade. Tenho saudades de vestidos e havaianas.
Tenho saudades de um pôr-do-sol cor-de-rosa em fundo laranja, o mar como fundo e uma brisa a desalinhar-me o cabelo.
Tenho saudades de caminhar à beira mar sem destino e com a certeza que no regresso encontro as tuas pegadas.
Tenho saudades das palhaçadas do meu avô João quando imitava um macaco.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

José [6 meses]

O José já tem meio ano de vida [uauuuuu].
Às vezes é difícil acreditar que a minha vida mudou tanto em tão pouco tempo...

Tenho aprendido muito com todos os filhos. Todos eles são únicos e com as suas particularidades. Mas o José ensinou-me a lição mais importante da vida: "tu não controlas nada".

Todas as certezas que eu achava que tinha na vida desmoronaram-se. Foram 36 anos a construir e um José para me mostrar que não.

O José é uma mistura equilibrada dos irmãos:
- tem as suas birras q.b., acompanhadas de gritinhos e lágrimas grossas, com direito a arranhar a cabeça (porque não tem cabelo suficiente, a Maria Rita puxava mesmo os cabelos a ela própria com dias de vida enquanto gritava e esperneava).
- tem o sorriso mais delicioso para toda a gente, basta olharem para ele e mostra a sua sensual gengiva e as várias acrobacias com a língua (o João foi sempre assim, e raramente estranhava as pessoas mesmo as que não conhecia).

E esta mistura continua. Sempre pensei que ia ser uma maravilha para comer, como foi o João, que parecia ter nascido para comer à colher. Enganei-me. Estranhou a papa. E só uns belos dias depois começou a abrir a boca e a colaborar. No domingo começou a sopa, e foi igual, e na segunda começou com fruta e foi a mesma coisa. A parte boa? É que a Maria Rita precisou de semanas ou até mesmo meses para se habituar, ele demora só uns dias.


Então e as noites? Continuamos na mesma onda. O José não é o anjinho que o João sempre foi para dormir, mas também não é como a Maria Rita, que parece que tinha/tem o diabo no corpo (volta e meia tem umas recaídas). Um destes dias dormiu da meia noite até às 7h da manhã. Mas foi só uma vez, em 6 meses não está mau, a Maria Rita só me ofereceu este brinde aos 13 meses.

Continuamos juntinhos. Continuamos a tentar acertar as sestas diurnas (demasiado curtas) com o meu mundo sempre a mil, a acertar as noites que são sempre mais rápidas do que o que o meu corpo pede, a acertar horários com os dos manos, mais as consultas e as vacinas e a vida que continua sem botão de "stop" ou "pause".

Estás um bebé giraço, 8kgs de carne limpa e uns gramas de gordura. Muito parecido com o João na mesma idade.

Por aqui já dá para perceber o que me espera para o resto da vida. E eu aceito. Só isso, aceito. Por ti, José, continuo de coração aberto à espera da próxima lição. 

sábado, 8 de julho de 2017

Ser feliz

Neste momento só tenho um desejo na vida: ser feliz.

Esta felicidade passa, como é óbvio, pela felicidade dos meus filhos e dos que me são próximos. 

O João terminou, há duas semanas, o 1° ano do 1° ciclo. Pensei muito se valia a pena esperar ou arriscar inscrevê-lo nesta nova fase ainda com 5 anos (o João pertence ao grupo de crianças "condicionais").

Eu sou contra os quadros de honra. Não sou apreciadora de quadros de comportamento.

Não concordo com trabalhos de casa e sempre que percebi que o João estava cansado, proibi que os fizesse (muitas vezes foi para a cama a chorar porque queria fazer e eu não deixei).

A primeira avaliação que o João teve, no 1° período pediu-me para o "acordar ainda de noite para estudar". Como assim estudar? É claro que não acordei, nesse dia de manhã, ao pequeno-almoço, cantou a música da Maria Vasconcelos, os ditongos.

Acredito que os resultados escolares são muito mais o espelho das capacidades enquanto pessoas do que de trabalho exaustivo, acredito numa aprendizagem por pensamento lógico e não por repetição, acredito que uma criança feliz será sempre bem sucedida, independentemente das classificações, de saber tocar piano, falar francês e fazer o pino em cima de uma cama de pregos.

O João mostrou-me isto. Com o João aprendi que não quero que ele seja como eu. Quero que nunca deixe de dormir por causa de uma avaliação, quero que não deixe de brincar por causa da ansiedade da escola, quero que não deixe de comer pelo medo de não conseguir. Quero que ele seja feliz. E isto pode ser incutido agora, enquanto há tempo.

Este foi um ano difícil. Muitas mudanças, em períodos muito curtos. E enfrentar a vida com um sorriso foi a maior prova que o meu filho é feliz.

Para mim isto basta. Não vou publicar as notas dele, porque para mim o mais importante é sentir que ele está bem e isso sim, quero partilhar, para se algum dia ele questionar, pode vir aqui ler. És feliz filho, muito feliz!

Parabéns por teres vencido um ano lectivo cheio de obstáculos, de te teres transformado no irmão mais velho a duplicar, de teres sido tantas vezes o meu pilar, a mão que me embalava para adormecer. Obrigado por me ajudares a crescer,.com as tuas birras e com as tuas teses argumentadas ao pormenor. Espero que continues a levar a vida a brincar, porque vais precisar, vais precisar dessa coragem. E quando sentires que te falta o chão, sorri, sorri sempre filho!

Ele tem livro de actividades para fazer nas férias porque me pediu (muitooo). E porque nos dias em que não teve massacrou a cabeça a toda a gente para fazer "coisas". 
Tem o livro. Faz quando quer. Sem obrigações.

sábado, 1 de julho de 2017

Maria Rita [2 anos]

2 anos de ti meu amor. 2 anos da minha filha menina. Do meu docinho agridoce.

Hoje estiveste particularmente feliz. Feliz e bem disposta, sorridente, faladora.

Estas crescida. Cada vez mais autónoma. Cada vez com a personalidade mais vincada. Contigo é tudo incrivelmente intenso, sem tempo para "mas". És um furacão. O furacão mais doce de todas as tempestades.

E sabes? És irresistível.
Hoje foi um dia bonito. Hoje foi um dia importante e feliz.

2 anos de ti meu amor. Que aventura. Parabéns Maria Rita!

terça-feira, 27 de junho de 2017

As lágrimas que nunca chorei

Às vezes tenho saudades do tempo em que este espaço era apenas diário.
Em que não era "lida" dos Estados Unidos à Rússia mas lavava a alma.

Às vezes tenho saudades de libertar a dor que sinto quando me sinto a morrer, quando tento gritar e ninguém me ouve. Quando tento falar e do outro lado encontro apenas um muro. É isso um muro.

Às vezes gostava apenas de ser tratada como trato os outros. Assim, espelho, pedra por pedra. Porque o cansaço de ser tapete onde os outros limpam os pés é imenso e um dia transborda.

Às vezes apetece-me apenas fechar os olhos e chorar. Chorar as lágrimas que nunca chorei, limpar a alma da sujidade que se entranhou e que me faz sentir quem eu não sou.

Ter saudades de nós é olhar para os outros e sentirmo-nos diferentes, às vezes até indiferentes.

Às vezes pedes ajuda com um gesto, um olhar. Dizes aos outros que queres um copo de água e do outro lado alguém ouve apenas que não encontras o copo. O copo que transbordou ainda o dia estava a amanhecer e agora, quando a noite cai já não importa se tens sede ou se o copo se partiu.

Há uma falsa paz em todo o mar sereno. Há uma falsa tranquilidade a cada pôr-do-sol. Há uma melodia chorada no chilrear de cada passarinho que nasce. E isso não é poesia, nem conto de fadas. É a vida. É o dia-a-dia. É a certeza que viver é sentir na pele o sabor salgado das lágrimas que nunca chorei.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Há dias

Há dias em que a vida se comprime, se estreita.
Há dias em que a vida nos grita e dá sermões.
Há dias em que a memória atrofia, se esquece o tempo bom e doce.
Há dias em que o suor nos consome e o calor nos desfaz.
Há dias em que as notícias nos desfazem por dentro, como bombas cheias de pólvora.
Há dias em que o frio nos paraliza, nos deixa com o tempo suspenso nos ponteiros do relógio.
Há dias em que nos esquecemos quem somos, quem fomos e quem queremos ser.
Há dias em que o vazio se torna um túnel, sem luz ao fundo, sem farol.
Há dias em que tudo nos aperta, nos tira o ar.
Há dias em que o arco-íris nos parece monocromático e as nuvens sempre densas.
Há dias em que o nó não se desfaz, que as manhãs são iguais às noites.
Há dias em que precisas de pensar para respirar, que perguntas ao teu corpo o que precisa mas já não ouves respostas.

Mas se olhares para dentro encontras sempre resposta. És e serás a tua solução mais eficaz. Tu és forte. Tu consegues.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Até os bichinhos gostam

Vejam como as férias me estão a fazer bem....

Até pareço mais alta não é? É muito bom ser saudável.

E ser mãe de 3 e estar nestes preparos? Uma afronta! 

Beijinho no ombro.

Instagram: @cocoloco_girl

#sonharfazbem #quaselá

segunda-feira, 12 de junho de 2017

José [5 meses]

José,

Fizeste 5 meses na sexta-feira, dia 9. Sim, uma mãozinha cheia de meses.
Infelizmente a última semana não foi fácil.
Não importa o quê, nem porquê. Não houve força nem vontade para bolo e velas. Não houve garra para cantar e bater palmas.

Sabes, tive curiosidade e fui espreitar como foi o 5° mês da tua maninha. Só mesmo para me inspirar. E constatei mais uma vez que vocês são irmãos muito diferentes, e que a vida nos ensina a ser e estar de forma diferente, também, na vida.

Tens uma personalidade intensa (signo capricórnio com ascendente carneiro.... é dose!), mas és o mais simpático dos bebés. Com um sorriso sempre pronto mesmo que a vontade seja chorar.
Gostas de segurar na nossa mão. E resistes imenso para dormir. Adoras os teus irmãos, mesmo quando a Maria Rita te lambusa de beijos e o João te sufoca de abraços.
Estás um grandalhão. Não sei qual a curva ou o percentil, nem me interessa, sei apenas que conquistas cada dia mais o teu espaço, o teu lugar nos nossos corações.

Às vezes sinto saudades de dormir, de sair sem horas, de fazer planos sem estar dependente da mama daqui a 3 horas, de beber uma sangria fresquinha e jantar sem pressa, mas já não saberia o que fazer sem o teu olhar, sem a canção em forma de lamento que usas para adormecer e sem esse sorriso desdentado que nos faz acreditar num mundo melhor.

Parabéns meu amor. Qualquer dia já estás na escola e nem demos pelo tempo passar.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

férias

Ontem foi o meu último dia de licença parental.

Hoje é oficialmente o meu primeiro dia de férias. E vou ter tudo o que tenho direito, como é óbvio...
[aquele é o meu barco e aquelas são as minhas companhias de viagem]


Não se preocupem, as crianças ficaram com o pai. 

Até já!

#sonharfazbem

sábado, 3 de junho de 2017

Varicela parte II

Exactamente duas semanas após o diagnóstico de varicela na Maria Rita, eis que aparece no.... José.

Sabem aqueles coisas hiper-mega-cientificas "até aos 6 meses têm imunidade da mãe", "é muito raro em bebés tão pequenos", "mesmo que tenham manifesta-se de forma menos grave"? Big fuck para a ciência e todas as suas excepções, que confirmam a regra.

O José está parece um Cristo. Cada hora que passa está ainda pior. E sabem, com 4 meses e sem conseguir ainda dizer que está desesperado, dá um aperto que nem vos conto.

Tenho o coração mirrado.


Nota de rodapé: para as inteligências saloias que me disseram "cuidado com o José" ao saberem da varicela da Maria Rita, pergunto: o que sugeriam? Que metesse a miúda em quarentena? Sozinha e sem ninguém ou ia eu com ela? Ah, já sei, metia o José numa redoma de vidro e só quebrava no caso dele aparentar estar em sufoco?
Ok. Chamem lá a Segurança Social, sou uma mãe de merda.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Conhecem alguém?

Tantos atentados. Tantos aviões a cair. Tantos acidentes em cadeia. Tantos casamentos que acabam com intoxicações alimentares. Tantos apêndices a rebentar. Tantas mortes súbitas.

E há pessoas que andam aí a meter nojo, a enfiar-se na boca do lobo e ninguém lhes tira a tosse?

Já mandei vir o autocarro com os super dragões.

É para uma amiga!